28-04-2016

Reajuste de 8,13% é aprovado na Comissão de Serviços Públicos e entra na Ordem do Dia do Plenário!

Conforme a informação do site da Assembleia Legislativa, consultada por nós agora de manhã, o PL 368/2015 obteve parecer favorável do relator e, aprovado na Comissão de Serviços e Segurança Pública (CSSP), entra na Ordem do Dia:

Detalhes da Proposição
Proposição: PL 368 2015
DeParaData EnvioMotivo
DAL PROTOCOLO 07/10/2015 Para Providências
PROTOCOLO DAL 08/10/2015 Para Providências
DAL CCJ 23/10/2015 Para Parecer
CCJ ALEXANDRE POSTAL 10/11/2015 Para Parecer
ALEXANDRE POSTAL CCJ 04/12/2015 Sem Parecer
CCJ CIRO SIMONI 04/12/2015 Para Parecer
CIRO SIMONI CCJ 10/12/2015 Para Providências
CCJ ALEXANDRE POSTAL 23/02/2016 Pedido de Vistas
ALEXANDRE POSTAL CCJ 25/02/2016 Para Providências
CCJ DAL 15/03/2016 Parecer Favorável
DAL CSSP 16/03/2016 Para Parecer
CSSP NELSINHO METALÚRGICO 07/04/2016 Para Parecer
NELSINHO METALÚRGICO CSSP 20/04/2016 Parecer Favorável
CSSP DAL 28/04/2016 Inclusão na Ordem do D

Agora depende de um requerimento de preferência, a ser apreciado em Plenário, para ser votado com a devida prioridade.

Chegamos, portanto, ao auge da batalha, onde necessitaremos da pressão total dos servidores para primeiro vê-lo votado e segundo derrotar a possível emenda do líder do Governo retirando a retroatividade. A batalha está apenas começando e mais do que nunca necessitaremos de toda a disposição contundente e inconformada de luta para vencermos, após uma lenta agonia em que o valor de compra efetivo deste reajuste, infelizmente, já foi totalmente corroído.

 

COMPANHEIRO,
NÃO SE ESQUEÇA!

DIA 10 DE MAIO VOTE

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24-04-2016

Em 10 de maio vote chapa 3–PraLutar!!!

 

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Prezado(a) Colega

Faltam a nosso sindicato, em suas últimas gestões, democracia e combatividade. O Sindjus precisa voltar a ser um instrumento efetivo e vibrante dos trabalhadores do judiciário, na luta por salários dignos e melhores condições de trabalho.

À nossa dedicação absurda, a administração do TJ tem respondido reiteradamente com desfaçatez e prioridade zero. Para garantir à magistratura os mais injustificáveis penduricalhos, como o auxílio-moradia e o auxílio-refeição, o Tribunal tem arrochado nossos salários sistematicamente desde 1990. Reivindicações como o plano de carreira e redução da jornada de trabalho têm sido respondidas com o retrocesso e, ao invés de garantir algum benefício, acabam por aprofundar a opressão: adoção da remoção de ofício, chefias de confiança, promoção calcada no “mérito”, salário básico da carreira menor do que o atual etc.

Necessitamos urgentemente de um sindicato que faça jus a este nome, cuja direção exerça uma liderança combativa, independente de partidos e democrática. E que cumpra e respeite, sem exceção, as deliberações tomadas pela categoria nas instâncias estatutárias. Um Sindjus que volte a atuar como uma entidade capaz de se fazer respeitar perante uma Administração do TJ opressora e insensível, ao representar com autoridade a categoria inconformada, que não suporta mais tantos sacrifícios. Em resumo, retomar a luta sem meias medidas e tergiversações.

Notamos, na prática das últimas administrações do Sindjus, representadas nas chapas 1 e 2, progressiva desistência das reivindicações históricas, a um ponto que hoje parece radical uma exigência básica como a política de recuperação anual dos salários e seu poder aquisitivo histórico; ou mesmo um plano de carreira digno.

Nossa chapa, Chapa 3 – PraLutar, formada com base na nova geração de lutadores da última greve, propõe atender as seguintes premissas da ORGANIZAÇÃO PARA A LUTA:

·         Inserção efetiva da base do sindicato nas lutas da classe trabalhadora;

·         Total independência do TJ, bem como de partidos políticos e centrais sindicais;

·         A categoria é soberana. Todas as deliberações serão tomadas como dispõe o estatuto e cumpridas sem o menor desvio, pela direção executiva;

·         Engajamento e formação sindical contundente da categoria na luta, inclusive com real combate ao assédio moral; e sobretudo

·         Mobilização efetiva nas greves, paralisações e atos de rua, prioritárias para uma forma concreta de luta, e não somente por ofícios, abaixo-assinados ou visitas a gabinetes, ineficazes na atual conjuntura.

 

DATA ELEIÇÕES 10/05/2016     VISITE NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK: https://www.facebook.com/groups/SindjusRSPraLutar/

 

POR UM SINDJUS PRA LUTAR!

Pontos básicos do programa da Chapa 3 – PraLutar

·         POLÍTICA SALARIAL de recuperação anual, integral e automática da inflação, conforme  art. 37, X da Constituição Federal, e RECUPERAÇÃO INTEGRAL das perdas salariais históricas (já superiores a 70%), em calendário negociado.

·         PAGAMENTO DO AUXÍLIO-REFEIÇÃO não somente no período de férias, mas em TODAS AS HIPÓTESES DE AFASTAMENTO (licença-saúde, prêmio e outras), com exceção da licença para tratamento de interesses particulares. E SUA EXTENSÃO AOS APOSENTADOS.

·         CRIAÇÃO DE VARAS DE PLANTÃO nas comarcas de entrância final e nas de maior movimento, da entrância intermediária. PLANTÃO REMUNERADO nas demais comarcas, SEM DISTINÇÃO DE VALOR POR ENTRÂNCIA.

·         TURNO ÚNICO DE TRABALHO de 6 HORAS CONTÍNUAS, decisão do Congresso da base.

·         REALIZAÇÃO DE CONCURSO para as cerca de 1800 vagas existentes (das quais 1.000 poderiam ser viabilizadas com o recurso dispendido no pagamento do auxílio-moradia).

·         PLANO DE CARREIRA DECENTE, com provimento dos cargos de chefia e subchefia via concurso ou promoção vertical; isonomia de salários com a adoção do salário básico da atual entrância final; SEM REMOÇÃO DE OFÍCIO, exoneração por avaliação de desempenho e outros retrocessos consagrados no atual anteprojeto.

·         LUTA PERMANENTE pelas demandas dos COLEGAS CELETISTAS.

 

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COORDENADOR GERAL
Régis Paulo Pavani – Analista de Sistemas – Tribunal de Justiça

SECRETARIA GERAL
Inezita dos Santos Cunha – Oficial Escrevente Aposentada – Porto Alegre
Francioli Buzatti de Oliveira – Oficial Escrevente – Porto Alegre

SECRETARIA DE FINANÇAS E PATRIMÔNIO
Maria Albertina Nolasco Gonçalves – Auxiliar de Serviços Gerais – Caxias do Sul
Milton Antunes Dorneles – Oficial Escrevente – Caxias do Sul

SECRETARIA DE POLÍTICA E FORMAÇÃO SINDICAL
Jorge Alberto Reis Volkart – Oficial Escrevente – Porto Alegre
Joel Oliveira da Costa – Oficial de Artes Gráficas – Tribunal de Justiça

SECRETARIA DE IMPRENSA E DIVULGAÇÃO
Ubirajara Passos – Oficial Escrevente – Gravataí
Cleber Moraes Dutra – Oficial Escrevente – Porto Alegre

SECRETARIA DE RELAÇÕES DE TRABALHO E ASSUNTOS JURÍDICOS
Jorge Corrêa Dantas – Operador Auxiliar de Terminais – Porto Alegre
Luciane Abrantes de Oliveira – Oficial Escrevente – Porto Alegre

SUPLENTES DIRETORIA EXECUTIVA
Edmundo Gabarrus Pavani Filho – Oficial Escrevente – Porto Alegre
Melody Santos Vargas – Oficial Escrevente – Porto Alegre
Erasmo Manoel Corrêa Furtado – Oficial Escrevente – Porto Alegre
Gilca Guimarães – Oficial Escrevente – Porto Alegre
Anne Filomena Bissigo do Amaral – Oficial Escrevente – Giruá

CONSELHO FISCAL
Adriana Rocha Batimanza Salvati – Auxiliar de Serviços Gerais – Porto Alegre
Vanderlei da Silva Horz – Oficial Escrevente - Santo Ângelo
Ezequiel Oliveira da Costa – Oficial de Artes Gráficas - Porto Alegre
Zenaide Josefa Bartos – Datilógrafa – Guarani das Missões
Rosani Terezinha Menezes do Santos – Escrivã Aposentada – Esteio

SUPLENTES CONSELHO FISCAL
Rosmari Machado dos Santos – Oficial Escrevente – Caxias do Sul
Zaira Terezinha Dorneles – Serviçal Celetista – Gravataí
Cláudia Gonçalves de Oliveira – Oficial Escrevente – Porto Alegre
Luís Candido Leão da Silva – Oficial Escrevente – Porto Alegre
Alina Maria Agostini – Oficial Escrevente – Garibaldi

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13-04-2016

Manifesto pela construção de uma terceira via

MANIFESTO PELA CONSTRUÇÃO DE UMA TERCEIRA VIA

Em vista das próximas eleições à direção do Sindjus-RS trazemos a público algumas reflexões e propostas que julgamos necessárias para que nosso sindicato, combalido pela falta de democracia e combatividade das últimas gestões, volte a ser um instrumento efetivo, vivo e vibrante dos trabalhadores do judiciário na sua luta por salários dignos e melhores condições de trabalho.

Somos uma categoria de mais de 8.000 trabalhadores ativos que carrega nas costas diariamente a demanda do Poder Judiciário, com péssimas condições de trabalho (cartórios sobrecarregados com falta de pessoal e mais de 1800 cargos improvidos há anos) e de sobrevivência (perdas salariais de mais de 70%, entre outras mazelas), e, mesmo com toda esta precariedade, tem sido a grande responsável pela Justiça do Rio Grande do Sul figurar nos últimos anos como "o melhor judiciário do Brasil". À nossa dedicação absurda o patrão tem respondido reiteradamente com a desfaçatez e prioridade zero.

Para garantir à magistratura os mais absurdos e injustificáveis penduricalhos, como o auxílio-moradia e o auxílio-refeição, o Tribunal tem arrochado nossos salários sistematicamente desde 1990. Reivindicações vintenárias, como o plano de carreira e redução da jornada de trabalho, tem sido respondidas com o retrocesso e, ao invés de garantir algum benefício, acabam por aprofundar a opressão, com retrocessos inimagináveis, como a adoção da remoção de ofício, chefias de confiança, promoção calcada no “mérito”, salários básicos da carreira abaixo do atualmente praticado para a entrância inicial, etc.

Para que possamos obter algum êxito nas lutas que teremos pela frente, necessitamos urgentemente de um sindicato que faça jus a este nome e cuja direção exerça uma liderança combativa, independente de partidos e democrática e que represente, respeite e cumpra, sem exceção, as deliberações tomadas pela categoria nas instâncias estatutárias. Somente assim o Sindjus poderá se reerguer novamente como uma entidade capaz de se fazer respeitar perante uma Administração do TJ opressora e insensível e que represente efetivamente a categoria combativa e inconformada, que não suporta mais a vida de gado a que é submetida e que necessita urgentemente retomar a luta sem meias medidas e tergiversações.

Se a atual direção não nos serve, por outro lado, a administração anterior do Sindjus, pródiga nas críticas, também demonstrou nos últimos anos não ser merecedora da confiança dos servidores da justiça, pouco diferindo em suas atitudes do atual modelo e tendo iniciado o processo de progressiva desistência das reivindicações históricas, a um ponto tal que hoje parece radical e revolucionário o simples resgate e manutenção de exigências como a fixação de uma política salarial de recuperação anual, automática e obrigatória da inflação e, a médio prazo, das perdas salariais históricas ou a concessão de um plano de carreira digno, sem avaliação do desempenho, chefias de confiança ou remoção de ofício.

Cientes de que nenhuma das opções que se apresentam, na dicotomia entre diretores atuais e antigos, representa realmente os interesses dos servidores, nos organizamos como coletivo, tendo como base a nova geração de lutadores que surgiram durante a última greve, para estruturar uma proposta que atenda às necessidades mínimas de organização de nossa luta, que são hoje, no nosso entender:

  • A inserção efetiva do sindicato, com participação massiva da base, nas lutas da classe trabalhadora em geral;
  • A independência total do TJ e de partidos políticos;
  • O estabelecimento da soberania absoluta da categoria, com permanente deliberação do conjunto dos servidores, através das instâncias estatutárias (assembleias gerais, reuniões do conselho de representantes, congressos e plenárias) e cumprimento, sem o menor desvio, destas decisões pela direção executiva;
  • Engajamento e formação sindical contundente da categoria na luta; e sobretudo 
  • A orientação da luta de forma concreta e combativa, priorizando os meios efetivos de mobilização como a greve, paralisações, atos de rua às meras pressões de gabinete, ofícios e abaixo-assinados que tendem a não surtir efeito algum diante da conjuntura de arrocho e ataque radical aos direitos dos servidores praticados por Executivo e Judiciário.

Companheiro, venha conosco ajudar a estruturar e criar esta alternativa!

Porto Alegre, 12 de abril de 2016

Apoiam este manifesto:

 

FRANCIOLI BUZATTI DE OLIVEIRA
Oficial Escrevente – Porto Alegre

LUCIANE ABRANTES DE OLIVEIRA
Oficial Escrevente – Porto Alegre

INEZITA DOS SANTOS CUNHA
Oficial Escrevente Aposentada – Porto Alegre

UBIRAJARA PASSOS 
Oficial Escrevente – Gravataí

RÉGIS PAULO PAVANI
Analista de Sistemas – Tribunal de Justiça

JORGE ALBERTO DOS REIS VOLKART
Oficial Escrevente – Porto Alegre

CLEBER MORAES DUTRA
Oficial Escrevente - Porto Alegre

JORGE CORREA DANTAS
Operador Aux. de Terminal – P. Alegre

JOEL OLIVEIRA DA COSTA
Oficial Artífice – Dep. de Artes Gráficas

ERASMO CORRÊA FURTADO
Oficial Escrevente – Porto Alegre

MELODY DOS SANTOS VARGAS
Oficial Escrevente – Porto Alegre

GILCA GUIMARÃES
Oficial Escrevente – Porto Alegre

ADRIANA ROCHA B. SALVATI
Oficial Escrevente – Porto Alegre

ANNE FILOMENA DA S. BISSIGO
Oficial Escrevente - Giruá

VANDERLEI DA SILVA HORZ
Oficial Escrevente – Santo Ângelo


MILTON ANTUNES DORNELES
Oficial Escrevente – Caxias do Sul

MARIA ALBERTINA NOLASCO GONÇALVES
Auxiliar de Serviços Gerais – Caxias do Sul

EZEQUIEL OLIVEIRA DA COSTA
Oficial Artífice – Dep. de Artes Gráficas

ZENAIDE JOSEFA BARTOS
Datilógrafa – Guarani das Missões

EDMUNDO GABARRUS PAVANI FILHO
Oficial Escrevente – Porto Alegre

ROSANI MENEZES DOS SANTOS
Escrivã Aposentada – Esteio

ALINA MARIA AGOSTINI
Oficial Escrevente Auxiliar do Juiz – Garibaldi

CLÁUDIA GONÇALVES DE OLIVEIRA
Oficial Escrevente – Porto Alegre

ROSMARI MACHADO DOS SANTOS
Oficial Escrevente – Caxias do Sul

LUIZ CÂNDIDO LEÃO DA SILVA
Oficial Escrevente – Porto Alegre

ZAIRA TEREZINHA DORNELES
Serviçal Celetista - Gravataí

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